FEIRA HIPPE VIRA POLO TURISTICO
Há mais trinta anos em funcionamento e com quatro mil artesões, a antiga feira da Avenida Afonso Pena, conhecida como feira hippe virou um grande pólo turístico da capital mineira. Com artigos para todos os gosto, preço e qualidade a feira atrai turista de todos os estados brasileiros e também pessoas de outros paises.
Segundo o artesão Márcio Caldeira, 46 anos, que vende porta CDs há mais de 20 anos na feira, afirma que vende mais para os turistas do que para aqueles que são considerados de casa, “O turista quando vem a feira não vem só para passear, ele sempre quer levar uma lembrança, ou seja, ele vem disposto a comprar”. O artesão afirma que os turistas procuram produtos de boa qualidade e que para atrair os turistas Marcio, fabrica seus artigos com matéria prima de primeira.
“Sempre chega ônibus de especial na feira, aí pensamos, hoje vai ter muito turista as vendas serão melhores ai trabalhamos com mais entusiasmo”: disse a vendedora de acarajé, Rosemeire dos Santos de 54 anos que há mais de 15 anos trabalha na feira. Segundo ela, por ser uma comida típica dos país e ter gosto forte, o acarajé chama a atenção daqueles que vem de fora, “ Os turistas adoram acarajé, sempre quando terminam de comer eles elogiam dizendo que não tem coisa melhor e isso me deixa muito feliz, porque é o que sei fazer e que com modéstia a parte faço muito bem. Para chamar a atenção dos turistas a vendedora caracteriza de baiana e segundo ela o sorriso no rosto é o mais importante faça sol ou faça chuva.
Segundo o comerciante Paulo Ricardo capristanes, de 52 anos, sempre que vem de Cuiabá, para visitar seu filho não deixa de passar na feira, o que mais chama a sua atenção são as obras pintadas em tela e os artigos feitos em argila, “Acho os produtos daqui de uma grande perfeição, sem contar à organização que tem aqui, em comparação as outras feiras que conheço, mas acho que para ficar ainda melhor precisa de mais lixeiras espalhadas e mais policiamento, pois o número de pessoas que circulam aqui e muito grande”.
A estudante, Camila Rodrigues 16 anos, de Uberlândia, adora comprar bolsas, cintos e sapatos da feira. “Adoro a feira, apesar de ter tanto mendigo pedindo esmolas e isso incomoda um pouco, mas fico louca diante de tanta coisa linda e até esqueço dos mendigos, sempre junto um dinheiro para vir á feira, é impossível vir aqui e não levar nada”, disse a estudante.
Segundo o artesão Márcio Caldeira, 46 anos, que vende porta CDs há mais de 20 anos na feira, afirma que vende mais para os turistas do que para aqueles que são considerados de casa, “O turista quando vem a feira não vem só para passear, ele sempre quer levar uma lembrança, ou seja, ele vem disposto a comprar”. O artesão afirma que os turistas procuram produtos de boa qualidade e que para atrair os turistas Marcio, fabrica seus artigos com matéria prima de primeira.
“Sempre chega ônibus de especial na feira, aí pensamos, hoje vai ter muito turista as vendas serão melhores ai trabalhamos com mais entusiasmo”: disse a vendedora de acarajé, Rosemeire dos Santos de 54 anos que há mais de 15 anos trabalha na feira. Segundo ela, por ser uma comida típica dos país e ter gosto forte, o acarajé chama a atenção daqueles que vem de fora, “ Os turistas adoram acarajé, sempre quando terminam de comer eles elogiam dizendo que não tem coisa melhor e isso me deixa muito feliz, porque é o que sei fazer e que com modéstia a parte faço muito bem. Para chamar a atenção dos turistas a vendedora caracteriza de baiana e segundo ela o sorriso no rosto é o mais importante faça sol ou faça chuva.
Segundo o comerciante Paulo Ricardo capristanes, de 52 anos, sempre que vem de Cuiabá, para visitar seu filho não deixa de passar na feira, o que mais chama a sua atenção são as obras pintadas em tela e os artigos feitos em argila, “Acho os produtos daqui de uma grande perfeição, sem contar à organização que tem aqui, em comparação as outras feiras que conheço, mas acho que para ficar ainda melhor precisa de mais lixeiras espalhadas e mais policiamento, pois o número de pessoas que circulam aqui e muito grande”.
A estudante, Camila Rodrigues 16 anos, de Uberlândia, adora comprar bolsas, cintos e sapatos da feira. “Adoro a feira, apesar de ter tanto mendigo pedindo esmolas e isso incomoda um pouco, mas fico louca diante de tanta coisa linda e até esqueço dos mendigos, sempre junto um dinheiro para vir á feira, é impossível vir aqui e não levar nada”, disse a estudante.

0 Comments:
Post a Comment
<< Home